Barão Geraldo abre inscrições para a castração gratuita de pets

Tutor deve comparecer à Subprefeitura do distrito munido de documentos pessoais e comprovante de endereço, a partir de quinta, 2 de março 

Crédito: Carlos Bassan

O Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal (DPBEA) realiza nesta quinta-feira, 2 de março, o agendamento para a castração e microchipagem gratuitas de cães e gatos de tutores que moram no distrito de Barão Geraldo, em Campinas.

Para agendar, é preciso comparecer à Subprefeitura de Barão Geraldo, rua Luiz Vicentin, 177, Jardim Santa Genebra, Campinas, das 9h às 12h ou das 13h às 16h. É necessário ser maior de 18 anos e apresentar documentos pessoais (RG, CPF) e comprovante de residência. As cirurgias serão realizadas de terça a sexta-feira da próxima semana, entre os dias 7 e 10 de março. Serão disponibilizadas 800 vagas. Novas ações como essa ocorrerão em outros bairros e regiões da cidade durante o ano.

Segundo especialistas, a esterilização ajuda a prevenir doenças como tumores de mama, útero, próstata, testículos, e outras enfermidades, evita o sofrimento desnecessário do animal e ainda impede gastos elevados com os tratamentos. “A castração é um ganho para a saúde de cães e gatos, garante qualidade de vida e longevidade, evita fugas, agressividade, marcação de território, tumores, infecções”, afirma o secretário do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SVDS), Rogério Menezes.

“Há também a vantagem de conter a proliferação descontrolada de ninhadas indesejadas e o consequente abandono de filhotes”, disse Vagner Bellini, diretor do DPBEA.

Microchipagem

Os animais castrados recebem também a implantação de microchips subcutâneos, dispositivos de identificação que reúnem informações sobre raça, idade, vacinas, além de dados sobre o responsável e endereço.

Iniciativa pioneira do DPBEA de Campinas, a tecnologia ajuda a identificar maus-tratos contra um animal ou encontrar um cão que escapou.  O processo é simples, rápido e não necessita de anestesia. O chip é um pouco maior que um grão de arroz e a implantação é feita no dorso do animal, com uma pistola própria dotada de aplicador, como se fosse uma vacina. “O animal não sente dor com o procedimento”, afirma o diretor do DPBEA, Vagner Bellini.

 

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